Obrigado por deixar que eu os visse. Que eu os tocasse, com vocês falasse e os amasse, como os amo.
(Rodrigo, eu também já vi, no alto de uma pedra viçar em verde um botão de flor que logo, logo, se abriu. Eu vi um pé de rosas erguer-se por entre as telhas de uma casa antiga e florir na época das colheitas. Eu vi o supracitado, meu querido amigo. Creia no meu texto, pois ele é resultado da fé nos homens, da coragem dos céticos e da esperança nos moribundos).
silvioafonso


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